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Case blog: Hospital do Rim

Texto na íntegra abaixo (sem linkagem externa) caso o link acima esteja corrompido.
Obs: Este texto possui caráter meramente informativo, as informações nele contidas não são suficientes para diagnóstico e/ou tratamento. Para mais informações busque profissional da saúde devidamente habilitado.

5 mitos e verdades sobre as pedras nos rins 

Conheça as perguntas mais comuns sobre o cálculo renal e suas respostas! 

Nossos rins são formados por uma pequena dupla de órgãos localizados próximos ao fígado. Cada um possui cerca de 12 centímetros de comprimento e pesam aproximadamente 170 gramas, mas o que lhes faltam em tamanho, eles compensam em importância. 
 
Esses "esforçados trabalhadores" são responsáveis, por eliminar a toxina do metabolismo, produzir urina, controlar a pressão arterial e regular nossa densidade óssea através da vitamina D. 
 
Deste modo, é importante que cuidemos bem deles. No entanto, o excesso de informações e enganos sobre esse assunto pode confundir, nos fazendo adotar cuidados errados ou ter preocupações excessivas. 
 
Por isso, nós decidimos esclarecer aqui, as cinco principais questões sobre uma das doenças renais mais comuns: as pedras nos rins. 
 
Você irá conhecer as verdades e mentiras sobre esse tema, confira esse artigo até o fim! 

1. Pedra nos rins são hereditárias? 

Mais ou menos... 
Esses cristais podem ser formados quando existe acúmulo de diversos minerais (como cálcio, ácido úrico ou o sal oxalato) e pouco líquido para eliminá-las.  
Esse agrupamento pode acontecer por diferentes motivos como: 
 
•    Excesso de sódio, proteínas ou cálcio na alimentação; 
•    Pouco líquido no organismo ou desidratação; 
•    Doenças como a Osteoporose; 
•    Hipertensão; 
•    Alta transpiração; 
•    Obesidade. 

 

No entanto, embora a formação do cálculo nos filhos não seja algo garantido, a predisposição genética é SIM um fator de risco a mais. 

 

Isso acontece porque certas características do metabolismo, podem ser passadas de maneira hereditária e favorecem a formação das pedras, como: 
 
•    A excreção excessiva de substâncias como o cálcio; 
•    A transpiração intensa; 
•    A pressão arterial; 
•    Anomalias que obstruem o canal urinário; 
•    Doenças congênitas.
 
Por isso, é mais frequente que pessoas da mesma família apresentem essa doença.  

 

Caso seus parentes tenham esse histórico, redobre os cuidados com uma alimentação balanceada e hidratação constante, ok? 

2. O laser usado na quebra de pedras, pode machucar outros órgãos? 

Não. 
 
Quando o cálculo tem tamanho menor que 15mm uma das opções que podem ser adotadas para a retirada é a cirurgia a laser, também conhecida como litotripsia ou uretroscopia. 
 
Ela normalmente é realizada sob anestesia geral (necessitando de ao menos 1 dia de internação).  
 
É então introduzido um pequeno tubo através do sistema urinário, que é guiado até a pedra. Ao chegar, ele emite diretamente sobre o cálculo ondas de choque capazes de quebrar essa formação sem danificar os tecidos próximos. Esses fragmentos são então retirados com o auxílio de pinças especiais. 
 
O receio quanto a esse procedimento é algo comum, no entanto, ele normalmente não deixa nenhuma marca e a sua recuperação é rápida (voltando às atividades normais em menos de 1 semana). 

3. Pedra nos rins pode virar câncer?

Esse é um grande mito, pois são duas doenças bem diferentes. 
 
Como explicamos, os cálculos renais são causados por um desequilíbrio entre as diferentes substâncias minerais e a água do nosso corpo. 
 
O câncer nesse órgão, no entanto, é originado de uma mutação nas células do rim, e com o aumento descontrolado delas, é possível que se forme o tumor. Em estágios iniciais, essa doença não costuma demonstrar sintomas, no entanto, conforme desenvolve-se é possível que apareça, por exemplo: 
 
•    Dor na região lombar; 
•    Sangue na urina; 
•    Cansaço frequente; 
•    Palidez e Febre; 
•    Inchaço nas pernas; 
•    Falta de ar. 

4.Sangramento na urina é um sintoma de pedra nos rins?  

Sim.
A urina apresentar cor rosa, marrom ou vermelha é um dos indícios possíveis da formação dos cálculos, pois eles podem estar ferindo partes do sistema renal. 
 
Outros sintomas comuns são: 
 
•    Dor ao urinar; 
•    Dor na parte baixa das costas irradiando para a virilha; 
•    Micção frequente ou falta de urina; 
•    Vômitos;  
•    Enjoos; 
•    Febre de 38º ou mais.

5. O calor aumenta as chances de cálculo renal? 

Sim, verdade. 
 
Como tendemos a transpirar mais nesses períodos, sobra menos líquido para que os rins eliminem as toxinas e substâncias que ficam neles. Deste modo, a chance de formar cristais se eleva, por isso, é necessário que tenhamos cuidado redobrado com a hidratação e alimentação nessas épocas (principalmente se tivermos algum fator de risco).   
 
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E então, já está conhecendo melhor essa "dupla de parceiros" que são os seus rins? 
 
Se tiver dúvidas sobre esse ou outro assunto, entre em contato! Será um prazer te ajudar! 

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